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Taxa diária Porto Seguro: veja valores e regras


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Taxa diária Porto Seguro: veja valores e regras
Crédito: www.melhoresdestinos.com.br

A partir de 15 de junho, Porto Seguro passará a cobrar uma taxa diária dos veículos de fora que entrarem no município. A medida, instituída por lei no ano passado, entra em vigor com valores que variam de R$ 3 a R$ 90 por dia, dependendo do tipo de veículo. A cobrança será feita de forma automática por meio do monitoramento das placas.

Como funciona a Taxa de Preservação Ambiental

A Taxa de Preservação Ambiental (TPA) foi instituída por lei no ano passado, mas só agora entra em vigor. Ela só será paga por quem entrar de carro em Porto Seguro e ficar mais de 8 horas na cidade. A cobrança terá um limite de dez diárias por mês para o mesmo veículo. Um carro de passeio pagará no máximo R$ 99 em TPA ao longo de um mês.

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Valores por tipo de veículo

Os valores variam conforme o tipo de veículo. Utilitários e caminhonetes pagam R$ 12,90 por dia. Micro-ônibus, caminhões e motorhomes pagam R$ 45 por dia. Se o motorhome ficar estacionado no camping, pagará apenas uma diária, mesmo que fique vários dias. A fonte não detalhou os valores para outros tipos de veículo, mas informou que a faixa vai de R$ 3 a R$ 90 por dia.

Distritos incluídos na cobrança

Arraial d’Ajuda, Trancoso e Caraíva são distritos de Porto Seguro e também estão sujeitos à cobrança. Portanto, quem visitar essas localidades de carro também precisará pagar a TPA, desde que permaneça mais de 8 horas.

Quem está isento da taxa

A taxa não será cobrada de veículos emplacados em Porto Seguro nem de moradores da cidade previamente cadastrados. Estão isentos veículos oficiais, ambulâncias, carros funerários e automóveis de empresas e profissionais que prestam serviços regularmente no município. A isenção busca evitar impacto sobre a população local e serviços essenciais.

Contexto nacional

Porto Seguro está longe de ser o primeiro destino turístico brasileiro a adotar uma taxa desse tipo. Com o aumento do fluxo de visitantes, cidades e regiões turísticas têm recorrido à cobrança para arrecadar recursos destinados à preservação ambiental e à manutenção da infraestrutura local. A medida segue tendência observada em outros destinos do país.

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