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Acordo entre Gol, Avianca e Etihad amplia voos para o Oriente Médio


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Acordo entre Gol, Avianca e Etihad amplia voos para o Oriente Médio
Crédito: www.melhoresdestinos.com.br

A busca por maior integração entre América Latina e Oriente Médio ganhou um novo capítulo. Assim sendo, a Etihad Airways, a Gol e a Avianca anunciaram um movimento conjunto para ampliar a conectividade aérea entre as regiões. Além disso, a parceria prevê a aproximação entre Etihad, Gol e Avianca por meio de benefícios recíprocos em programas de fidelidade e acordos de codeshare. Ademais, o CEO da Etihad, Antonoaldo Neves, brasileiro e ex-CEO da Azul, está à frente das negociações. Portanto, o movimento reflete uma tendência do setor aéreo, que busca fortalecer pontes entre continentes por meio de parcerias estratégicas, reduzindo custos e ampliando a oferta para os passageiros.

Pontos que fidelizam o passageiro

Os programas de fidelidade são um dos pilares da aviação comercial moderna. Dessa forma, por meio deles, os viajantes acumulam pontos ou milhas a cada voo e podem trocá-los por passagens, upgrades e outros serviços. Ou seja, a reciprocidade entre programas significa que um cliente fiel a uma companhia pode usufruir de vantagens em outra, sem perder o status conquistado. No caso em questão, o acordo sinaliza que os programas Smiles (Gol), LifeMiles (Avianca) e Etihad Guest poderão se comunicar de forma mais fluida. A fonte não detalhou, contudo, quais categorias de benefícios serão compartilhadas ou se haverá equivalência de acúmulo entre as marcas. Além disso, a integração de programas de fidelidade é uma demanda antiga dos viajantes, que muitas vezes precisam lidar com a fragmentação de pontos entre diferentes companhias. Consequentemente, a expectativa é que a medida reduza a burocracia e aumente a atratividade das três marcas.

A expectativa é que o viajante ganhe mais flexibilidade para planejar rotas intercontinentais. Por exemplo, hoje, quem deseja ir do Brasil ao Oriente Médio muitas vezes precisa combinar voos de diferentes alianças, o que dificulta o acúmulo de pontos em um só programa. Dessa forma, com a integração proposta, o passageiro poderia concentrar seus ganhos, otimizando o resgate de recompensas. Contudo, a fonte não detalhou prazos para que esses benefícios entrem em vigor, mas indicou que a implementação será gradual.

Codeshare na prática

Outro componente central do acordo é o codeshare. Isto é, define-se como “um acordo em que uma companhia vende voos operados por outra”. Dessa forma, na prática, esse modelo evita que o passageiro precise emitir bilhetes separados para cada trecho operado por empresas diferentes. Além disso, com o codeshare, uma única reserva cobre toda a viagem, e as bagagens podem ser despachadas até o destino final, mesmo com trocas de aeronaves e companhias.

Assim sendo, para as empresas, o codeshare reduz custos e riscos. Por exemplo, uma companhia como a Gol pode passar a oferecer destinos no Oriente Médio sem lançar voos próprios, utilizando a malha da Etihad. Da mesma forma, a Avianca amplia seu alcance na Ásia. Embora a fonte não tenha especificado quais rotas serão compartilhadas, é comum que acordos desse tipo comecem por hubs estratégicos, como São Paulo, Bogotá e Abu Dhabi.

Além disso, o viajante, por sua vez, se beneficia de uma experiência mais integrada. Portanto, além da conexão facilitada, o codeshare costuma incluir check-in único e assistência coordenada em caso de atrasos. A parceria ainda está em fase de desenho, portanto detalhes operacionais não foram revelados. Ademais, historicamente, acordos de codeshare têm sido fundamentais para a expansão global das companhias aéreas, permitindo que elas alcancem mercados distantes sem os riscos financeiros de operar rotas desconhecidas.

Liderança brasileira na Etihad

Antonoaldo Neves é o CEO da Etihad Airways. Além disso, o executivo é brasileiro e já foi CEO da Azul, empresa na qual liderou um período de forte expansão na América Latina. Ademais, sua trajetória inclui passagens por empresas de consultoria e aviação, conferindo-lhe um olhar estratégico sobre o mercado regional. Portanto, a indicação de Neves para o comando da Etihad sinalizou a intenção da companhia de estreitar laços com a aviação latino-americana. Dessa forma, antes de assumir a Etihad, Neves acumulou experiência no setor de aviação tanto no Brasil quanto no exterior, o que o credencia a liderar um processo de internacionalização da companhia.

Dessa forma, desde sua chegada, a Etihad tem revisado rotas e parcerias, buscando um crescimento sustentável. Além disso, o executivo brasileiro traz a experiência de quem já negociou alianças entre companhias de diferentes portes e modelos de negócio. Contudo, a fonte não detalhou se Neves participará diretamente das tratativas finais, mas seu histórico sugere um envolvimento próximo nesse tipo de articulação.

O caminho até a decolagem

No entanto, apesar do entusiasmo, a parceria ainda tem etapas a superar. Além disso, o avanço dessa parceria ainda depende de acordos definitivos, aprovações regulatórias e avaliações de viabilidade operacional. Agências de aviação civil nos países envolvidos precisam autorizar aspectos como compartilhamento de voos, precificação conjunta e alinhamento de políticas de bagagem. Além disso, as companhias devem comprovar que a cooperação não fere a concorrência nos mercados atendidos. Ademais, cada país envolvido – Brasil, Colômbia e Emirados Árabes Unidos – possui legislação própria, o que exige um tempo adicional para harmonização.

Sobretudo, as avaliações de viabilidade operacional incluem a compatibilidade de sistemas de reservas, treinamento de equipes e ajustes em aeroportos. Dessa forma, sem esses acertos, os benefícios prometidos não saem do papel. Todavia, a fonte não detalhou prazos, mas informou que as conversas seguem em andamento. Portanto, o mercado acompanha com expectativa, uma vez que acordos desse tipo podem reconfigurar o fluxo de passageiros entre os continentes. Além disso, no ambiente regulatório, acordos entre companhias aéreas frequentemente passam por análises de órgãos de defesa da concorrência, que avaliam se a cooperação não prejudica os consumidores ou fecha o mercado para outros competidores.

Em resumo, aos passageiros, resta aguardar os desdobramentos. Portanto, enquanto a parceria não está totalmente operacional, viajantes interessados em oportunidades podem buscar informações atualizadas. Além disso, as promoções do Melhores Destinos estão no WhatsApp. Dessa forma, acompanhar essas mudanças pode trazer vantagens significativas para o planejamento de viagens futuras.

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